DESENVOLVIMENTO E ASSOCIATIVISMO INDÍGENA NO NORDESTE BRASILEIRO: mobilizações e negociações na configuração de uma sociedade plural

Publicado em 10 de setembro, 2015, em Teses

Esta tese analisa as práticas associativas indígenas no Nordeste brasileiro e suas relações com as políticas públicas na atualidade. Com base na constatação da proliferação do número de organizações indígenas no formato de associações, este estudo analisa a reapropriação das ações e do discurso de “desenvolvimento” por três grupos indígenas no Nordeste Brasileiro: Kambiwá, Pipipã e Xukuru, através de dados empíricos e documentais. Nesse contexto, é possível perceber que as ações – apresentadas em forma de projetos de “desenvolvimento”, de “etnodesenvolvimento” e “sustentáveis” – são implementadas por variadas agências e têm disponibilizado aos grupos uma considerável gama de opções no que cerne à origem e administração dos recursos, ao gerenciamento das atividades e objetivos propostos.

Souza (2003)

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